sexta-feira, 3 de julho de 2020
Luxos (imorais) dos funcionários do Banco de Portugal sobem ao pódio da semana
Sobre os referidos luxos entendo pertinente relembrar um post de 13 de Fevereiro com o título "Juiz diz que luxos pagos com o dinheiro dos contribuintes são coisa pouco ética e imoral"
O segundo e o terceiros lugares do pódio da semana pertencem ao juiz Carlos Alexandre e a investigadores Alemães cujas previsões não trazem boas noticias nem para o Reino Unido nem para a Suiça.
O filósofo-editor que percebe de ambiente a potes incluindo de energia nuclear
https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/07/michael-shellenbergerenvironmentally.html
Mas se o filósofo-editor Manuel S. Fonseca, de facto acredita assim tanto no que diz o Sr. Shellenberger, nomeadamente na parte respeitante à duração das centrais nucleares,
quinta-feira, 2 de julho de 2020
IPCB versus IPBragança versus UBI__Publicações Scopus no último decénio e projecção até 2030
Contaminação do rio Douro__estranhas explicações e estranhas ocorrências
O jornal Público contém hoje uma estranha noticia (com uma figura muito elucidativa) sobre a contaminação fecal do Rio Douro, link acima, onde se pode ler que:
"A diminuição da mobilidade nos municípios urbanos que drenam para o estuário — Porto, Gondomar e Vila Nova de Gaia — havia provocado uma descida significativa na quantidade de esgoto produzido...Sem as pessoas que se deslocam para essas urbes para trabalhar, estudar ou como turista, as cidades passaram a produzir muito menos esgoto"
Acho que o autor das palavras acima se esqueceu que quando não se produz esgoto num determinado sitio é porque ele está a ser produzido noutro. E em que rios é que esses esgotos foram descarregados ? Por algum estranho sortilégio serão por acaso afluentes do Mondego ou do Tejo ?
Igualmente estranha é a parte onde se pode ler que:
"nas oito ETAR que drenam para o estuário do Douro, lida-se com uma “carga adicional inadmissível”. Além de fraldas, pensos higiénicos, preservativos, cotonetes e pedaços de roupa, que se foram tornando comuns nestes locais, estão a chegar quantidades significativas de “máscaras, luvas e toalhetes desinfectantes”. As sanitas parecem continuar a ser encaradas como um caixote do lixo"
P.S - Está visto que é uma péssima ideia alguém lembrar-se de ir nadar para o rio Douro pois é mais do que garantido que vai acabar a engolir resíduos fecais....e ainda Covid-19. E isso apesar das garantias (pouco tranquilizadoras) da Senhora Directora Geral da Saúde.
Michael Shellenberger__Environmentally speaking "we live in the best of all possible worlds"
https://www.amazon.com/Apocalypse-Never-Environmental-Alarmism-Hurts/dp/0063001691
The Economist__The next catastrophe and the skewed academic priorities
This week's The Economist draws attention to a disturbing weakness in modern governance: our persistent tendency to underestimate catastrophic risks. The two articles linked above examine threats capable of causing disruption on an extraordinary scale, including powerful coronal mass ejections similar to or stronger than the Carrington Event of 1859. A sufficiently severe solar storm could damage electrical infrastructure across large areas of the planet, potentially leaving societies without reliable grid electricity for months or longer.
Such risks cannot simply be dismissed as remote possibilities. Some estimates discussed by The Economist place the probability of a major solar event occurring during this century at greater than 50:50. Yet governments remain naturally focused on electoral cycles and immediate demands, while preparing for events that may occur decades from now offers few visible political rewards.
The second article broadens the discussion to catastrophic and existential risks, an area closely associated with Nick Bostrom, previously mentioned on this blog. Particularly relevant is David Manheim's recent open-access paper, “The Fragile World Hypothesis: Complexity, Fragility, and Systemic Existential Risk,” published in Futures, which examines how increasing technological and societal complexity may create systemic vulnerabilities capable of producing cascading failures.
There is, however, a more uncomfortable question, can governments alone be blamed when academia may exhibit a similar hierarchy of attention? A Scopus search conducted at the time produced 6,733 documents containing “catastrophe” in their titles, compared with 11,955 containing “fashion.” Such a crude comparison obviously cannot establish the relative social value of research fields, but the contrast remains provocative.
.png)




