segunda-feira, 22 de novembro de 2021
Recomendações de vários investigadores para conseguir um aumento de citações
domingo, 21 de novembro de 2021
Evolução das colaborações científicas dos investigadores Portugueses com investigadores estrangeiros nos últimos 60 anos
Deputados aprovam lei que impede que a polícia os possa prender
O esclarecedor (e infame) texto acima, que faz parte de uma lei aprovada esta semana no Parlamento, foi revelado num artigo do jornal Público e eu até acho que os Portugueses podem sentir-se agradecidos pela modéstia da redacção da referida lei, porque os nossos deputados podiam ter dado largas à sua imensa imaginação e aprovado uma lei muito "inovadora", que ditasse que qualquer um deles só poderia ser preso quando terminasse o seu mandato, e que permitisse que o tempo de privação de liberdade, teria de ser cumprido em hotel de 6 estrelas, pago obviamente pelo Orçamento de Estado e ainda que a remuneração de deputado se manteria na totalidade durante o cumprimento da pena.
Ontem um conhecido catedrático jubilado da Universidade de Coimbra de nome Vital Moreira escreveu a propósito das decisões dos nossos queridos deputados, que ocorre neste país a "captura do Estado por um grupo profissional poderoso" referindo-se aos advogados, o tal nada modesto grupo profissional que acha que um vencimento de 4000 euros/mês é indignamente baixo, (mal) habituados que estão a salários entre 8.000 e 28.000 euros https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/07/milionarias-sociedades-de-advogados.html
Curiosa e coincidentemente, no inicio deste mês, mais precisamente em 8 de Novembro, eu tinha escrito neste blogue algo não muito diferente acerca de um: "Parlamento que nos últimos 47 anos esteve sempre refém dos interesses particulares dos deputados em especial dessa nefasta espécie que são os deputados-advogados" https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/um-escandalo-sem-prazo-de-validade.html
Porém e muito antes disso, em Abril de 2019, também já tinha escrito sobre o "assalto" dos advogados à Assembleia da República e sobre a aberrante anomalia estatística, que era o facto dos advogados representarem uns impensáveis 20% dos deputados da Assembleia da República, quando na realidade aquela classe profissional constitui menos de 1% da população Portuguesa https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/10/como-e-que-chegamos-miseraveis-salarios.html uma situação tão aberrante e inaceitável como seria aceitar que 20% dos deputados fossem coveiros, electricistas, tarólogos, estivadores, podologistas, cabeleireiros, calceteiros, condutores de tuk-tuk, ou agentes de inseminação artificial de bovinos !
sábado, 20 de novembro de 2021
Engenheiros artistas e médicos assassinos que recitam poesia e tocam violino
O cadastrado cheio de sorte e a bolseira injustiçada no país das leis corrompidas
The flawed Clarivate list of influential scientists: The unsuccessful bid of third methodological changes to rectify flaws
sexta-feira, 19 de novembro de 2021
Reigning in Hell or Serving in Heaven: What kind of chaos does Academia really need ?
As ilustres investigadoras Portuguesas descriminadas pela comunicação social
quinta-feira, 18 de novembro de 2021
UAveiro, UBI e UCoimbra são as instituições onde os investigadores menos merecem a solução radical
16 - UÉvora...............240
22 - IPol.Lisboa.........171
24 - IPol.Setubal.......131
quarta-feira, 17 de novembro de 2021
A falhada lista de cientistas influentes vai continuar falhada mesmo após a terceira alteração da metodologia
A tal lista de cientistas elaborada anualmente pela Clarivate Analytics continua em bolandas. Depois de em 2018, e em resultado das criticas que recebeu por parte da comunidade científica, ter passado a incluir uma nova categoria e depois de também ter decidido remover os artigos com mais de 30 afiliações a referida lista volta este ano a apresentar mais uma alteração da sua metodologia, desta vez a Clarivate Analytics diz que decidiu eliminar os (malvados) artigos com mais de 30 autores.
PS - Por último e não menos importante a lista dos investigadores da Universidade de Stanford (ao contrário da falhada lista da Clarivate Analytics) pauta-se pelo principio da transparência e assim disponibiliza os dados em bruto a quem os queira consultar, o que desde logo permite saber de forma rápida quem são os investigadores que sistematicamente abusam das auto-citações.
