terça-feira, 12 de novembro de 2019

Marcelo, o Jumento do dia


Há para aí um blogue cujo nome por uma estranha coincidência rima com nojento que volta e meia atribui um galardão designado por "Jumento do dia". Há dois anos atribuiu a referida distinção ao Presidente da República e nessa altura parece que houve quem no MAI tivesse apreciado o gesto e o difundisse embora para disfarçar  o Ministro Cabrita tivesse intervido de forma mais ou menos rápida a conter os danos institucionais  

http://jumento.blogspot.com/2017/10/umas-no-cravo-e-outras-na-ferradura_27.html agora o mesmo blogue volta a repetir a proeza, infelizmente sobre um tema que não deveria prestar-se a tais graçolas http://jumento.blogspot.com/2019/11/jumento-do-dia.html

Alguns, no seu legitimo direito, preferirão a versão do referido e nojento blogue, já eu que não votei no Marcelo Rebelo de Sousa para Presidente da República, por razões várias sendo a mais forte aquela que me diz que ser amigo de um individuo de nome Ricardo Salgado é um péssimo cartão de visita, acredito que o Marcelo Rebelo de Sousa limitou-se a fazer aquilo que vem fazendo desde o inicio do mandato que é puxar para o mainstream mediático um tema bastante incómodo 

sendo especialmente incómodo, para aqueles que juram que é impossível viver com menos de 20.000 euros por mês (e obviamente também para os seus amigos e conhecidos) http://portadaloja.blogspot.com/2019/11/o-pais-dos-vinte-mil-euros-por-mes.html os tais lordes que à conta do Orçamento de Estado comiam em restaurantes de luxo a 300 euros por refeição. 

E no entretanto prometem-se milhões para ajudar os referidos sem abrigo mas nem um euro aparecehttps://www.sabado.pt/portugal/detalhe/governo-prometeu-131-milhoes-para-sem-abrigo-lisboa-e-porto-nao-receberam-nada quem sabe talvez tenham sido cativados para outro fim muito mais útil, como o de atender ao necessário upgrade da frota automóvel indispensável ao transporte dos 19 ministros, 50 secretários de estado e respetivos chefes de gabinete e aos muitos (boys e girls) investidos no cargo de assessores, que excederão no total várias centenas de Portugueses e Portuguesas empenhados no nobre e desinteressado sacrifício de ajudarem Portugal a afirmar-se novamente como grande potência europeia e mundial.